Postado em 23 de setembro de 2021, por Água Viva Estúdio

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Saiba o que fazer caso a página esteja instável e atrapalhando a experiência dos visitantes

Quem tem um site, blog ou e-commerce sabe que é essencial que a página esteja estável e veloz 24 horas por dia, sete dias na semana. Isso porque, caso contrário, os clientes podem não ter uma boa experiência e acabar desistindo do contato, fazendo a empresa perder dinheiro.

Mesmo as companhias mais prevenidas, contudo, podem sofrer com imprevistos desse tipo. São muitos os motivos que levam um site a ficar indisponível. Entre eles, estão: domínio expirado, erros no código da programação e até ataques hackers. Nestes casos, é uma situação que pega de surpresa os administradores e podem trazer consequências bastante ruins.

Prejuízos reais

Ficar fora do ar pode desencadear uma série de prejuízos. O primeiro deles está relacionado à visibilidade nos buscadores. Entre os principais fatores de ranqueamento de páginas do Google, por exemplo, está a velocidade. Se um site não carrega ou demora para abrir, automaticamente a empresa é jogada para o final da fila. Isto é, sai dos primeiros resultados – algo que pode matar o tráfego orgânico.

Tal lerdeza também pode atrapalhar a experiência dos próprios visitantes. Sejam eles novos, sejam habituais, o problema pode deixar uma péssima impressão nos usuários, manchando, assim, a imagem da empresa na internet. A falta de clientes, por sua vez, se reflete na perda de receita – o que pode ser um problema ainda maior entre lojas virtuais. 

Caso note quedas frequentes, significa que alguma coisa está errada com a tecnologia que permeia seu site. Ao investigar o problema, por sua vez, uma das principais causas costuma ser a hospedagem.

Problemas com a hospedagem

A hospedagem é um espaço virtual que armazena todos os arquivos que compõem uma página na internet. Hoje, existem diferentes tipos de tecnologias para hospedar um site, sendo que cada uma vai combinar melhor de acordo com a maturidade de um negócio. 

Os empreendedores mais leigos costumam iniciar a trajetória digital apostando em uma hospedagem gratuita. O problema é que esta solução é uma versão com recursos limitados, com pouco espaço para armazenamento de arquivos e veiculação de publicidade obrigatória. Tais serviços ainda oferecem proteção mínima contra ameaças e nenhum suporte técnico.

A porta de entrada entre as opções pagas, por sua vez, é a hospedagem compartilhada. A maior característica desta tecnologia está em armazenar diferentes sites em um mesmo servidor. Se por um lado isto é bom porque os custos são divididos entre todos os clientes hospedados; por outro, os recursos também são compartilhados.

Por conta desses detalhes, o modelo de negócio é mais recomendado para sites institucionais e blogs, que têm poucas variações de acesso. Isso porque se alguma página dentro de tal servidor apresentar picos de tráfego, o sistema ficará sobrecarregado e congelará a rede, fazendo com que todos os sites caiam – incluindo o de quem teve o acesso elevado.

Nas duas situações é fácil notar que a hospedagem deixa de ser uma boa companheira para se tornar vilã, sendo responsável por manter um site fora do ar. Quem se identificou com algum dos cenários, deve imediatamente buscar alternativas mais robustas, como os servidores dedicados, que vão atender única e exclusivamente a demanda da sua empresa. 

Mudar de companhia de hospedagem, inclusive, não tem muito segredo. Atualmente, é possível achar construtores de sites confiáveis na internet. Aqui, você encontra soluções para este problema que valem a sua consideração. De forma geral, são empresas reconhecidamente estáveis e com boa reputação no mercado. Entre os nomes indicados, estão: Locaweb, UOL Host e King Host. 

Dicas para aumentar o tráfego

Uma vez que a questão da hospedagem instável está resolvida, chegou a hora de reconquistar o público perdido. São várias as formas de atrair mais tráfego para seu site. A seguir, você confere quatro dicas para lá de eficazes nesse quesito.

  • Técnicas de SEO

A sigla é uma abreviação para Search Engine Optimization. Basicamente, é quando uma empresa usa estratégias para melhorar o posicionamento de seu site dentro dos mecanismos de buscas, como Google e Bing. Aqui, a ideia é aparecer no topo de forma orgânica, ou seja, sem a necessidade de gastar dinheiro.

Uma das técnicas mais conhecidas neste contexto e que influenciam no ranking de sites é a escolha de palavras-chaves. Na prática, o usuário seleciona alguns termos que representam seu negócio. Assim, sempre que um cliente pesquisar exatamente isso, há uma boa probabilidade de cair em seu site.

  • Divulgação nas redes sociais

Uma das formas de aumentar o tráfego é usar as redes sociais para promover sua empresa. A dica de ouro é saber em qual ou quais plataformas apostar. Isso porque cada mídia tem diferentes públicos e se dá melhor com certos nichos. O Instagram, por exemplo, atrair jovens e empresas visuais, como as de gastronomia e viagens.

O caminho das pedras é entender quem é seu público-alvo e em qual rede social ele passa a maior parte do tempo. A partir daí, o recomendado é trabalhar muito bem essa plataforma, seguindo o tipo de comunicação característica dela.

  • Testes de conteúdo

Para descobrir o que faz sucesso com seu público e atrair cada vez mais audiência para o site, a dica é variar o tamanho e o formato do conteúdo oferecido. Deste jeito, é possível descobrir quais deles dão melhores resultados.

Com ajuda de um planejamento prévio, publique nas redes sociais e no blog conteúdos feitos em vídeos, podcasts, textos e fotos. Essa diversidade gera um espaço mais envolvente na web – e ainda pode aguçar a curiosidade e o envolvimento de seus clientes.

  • Campanhas de e-mail marketing

A última dica para aumentar o número de visitas em um site é criar campanhas de e-mail marketing. Esta estratégia consegue atrair e criar relacionamentos com os consumidores. Por meio das mensagens, a empresa pode alertar sobre ofertas, cupons de desconto, newsletters com publicações de seu blog e muito mais.

O interessante é que, uma vez que o usuário é captado, dá para montar uma base de e-mails e acompanhar os feedbacks. Isso porque a empresa terá acesso a dados relevantes, como número de pessoas que abriram a mensagem, quantidade de cliques e encaminhamentos.